Como se tudo isso pudesse traduzir, como se minhas lágrimas não quisessem rolar, como se eu não sentisse falta daquele abraço. O corpo dói, a cabeça pesa, a mente reflete. Não há mais segredos, pelo menos não quando os olhos de âmbar estão diante dos meus. Nessas horas viro vidente e calculo precisamente seus pensamentos, suas ações e reconheço cada expressão;
Ah, o tempo.
Poderia eu dizer "se eu soubesse..." ? Não, nada mudaria. Ainda sim, estaria escrevendo essas mesmas palavras com o coração na mão, temendo o Sr. desconhecido, as ações inesperadas, os destinos que se cruzam e que podem me levar ainda mais longe... É, como se ecoasse aqueles acordes, e tocasse num ritmo exclusivo, aquele em que o corpo se rende e esquece de tudo.
Amanhã é um outro dia, dos tantos. E talvez eu volte, torcendo pra mudar de vez essa mesma história de sempre e tanto. Tudo conforme a nossa música, a canção que eu escrevi pra você, meu eu.
"Só você prá dar
A minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz.."
Um dia, um adeus - Vanessa da Mata




5 comentários:
Que lindo isso hein?
Fique bem menina!
beijo
Faxina
Ixi, nem me fale do frio do sudeste.
E gripe é um saco mesmo.
Agora, é ruim mesmo quando a cabeça tá pesada.. Em todos os sentidos né
=/
Melhoras ai, querida!
Deixe o tempo agir!
Tão poético o texto...
Bjitos!
Gosto tanto dos teus post's subentendidos, tuas confissões entrelinhas... Muito bonito. E, devo confessar, inspirei a Raquel e a Emília um tiquinho na tua história. Bjs
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