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domingo, julho 31, 2011


Best Sempre

Tenho uma emoção tão grande em meu coração, às vezes parece que vai explodir! Me encontro planejando a minha viagem de férias, pra minha cidade, Salvador!!!!!! É um misto de euforia, ansiedade.. Só Deus sabe o que sinto.. Agradeço a vida que tenho aqui,  mas tem um pedação do meu coração lá, tanta gente boa que amo lá.. ai ai. Estava arrumando as coisas hoje aqui e me dei conta que não importa o tempo, a distância, tem algumas coisas que não mudam.. uma delas é minha melhor amiga.. mesmo longe se faz presente em minha vida... Alguns momentos como meu ingresso na faculdade de Biomedicina, meu casamento, minha quase-fuga*.  Estamos sempre juntas...
" Fazendo a limpa nos meus scraps, reli a mensagem que me fez chorar, q tocou meu coração profundamente! Ai amiga, estou realizando meu sonho, entrei na faculdade de Biomedicina.. estou adorando! Quero sentir a emoção que vc me disse que sentiu nas suas primeiras aulas.. na realização de um grande sonho.. Obrigada por estar comigo em todos os momentos, ate na ausência. Com a facul, terei que adiar mais uma vez nosso encontro, mas Deus sabe que vc mora em meu coração.. Beijos da sua best. "
(meu scrap quando ganhei a bolsa da faculdade de Biomedicina)

" Ontem em meio a pintura e faxina da casa, encontrei a minha caixa de sapato mais preciosa... lá estavam todas as cartas que você me escreveu; elas relatavam nossas brigas, as vezes que discutíamos por qualquer besteira e em todas as frases que eu nunca me esquecerei:

" Eu sempre vou te amar"
" Você é a minha melhor amiga"
" Eu nunca me esquecerei de você"
....
Me deu uma saudade de você fora do comum, uma vontade de chegar na porta e te dá um bom-dia, de te abraçar, de ganhar o teu sorriso, enfim, vontade de te ver.

Youko, ao longo desse tempo conhecemos várias pessoas e fortalecemos alguns laços, porém você nunca deixou e nem deixará de ser a minha melhor amiga. Não permita que o tempo te deixe esquecer de mim ou dá nossa amizade, eu te amo e preciso de você, mesmo que seja a distância (sinto muito a sua falta!).
Porém estou muito feliz, pois sei que dentro de alguns dias estará realizando o seu grande sonho.... espero que a emoção que etá sentindo,seja a mesma que permita você me sentir dentro do teu coração.

Eu te amo, hoje, amanha e sempre!!!

Sua para sempre best friend Luciana
23/11/2010"
(dias antes do meu casamento)
Bahia, tô chegando....
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sexta-feira, julho 01, 2011


Escrevendo

Preciso escrever, mas não sei o quê; parece que vou enlouquecer - alguém já se sentiu assim? Escuto canções que traduzem outros tempos, já não faz sentido, então por quê? Sinto que me perdi um pouco ao longo do tempo, os meus pensamentos agora são só meus, como se fosse um crime dividi-los. Falta sono nessa madrugada e sinto no peito a Baianidade gritando; essa saudade sem fim do meu melhor lugar. Não sei se sinto falta do lugar, ou da minha infância pé na areia, mar azul, sem compromissos, sem contas, sem responsabilidades. A verdade é que aquele mar azul sempre foi minha rota de fuga, uma espécie de espinafre do Popeye que me fortalecia; meu bálsamo de cura.

Foi no mar que perdi o medo, que nadei até as pedras, longe da beira, dos limites de segurança. Só eu entendo como isso me faz bem, como aquele lugar é importante, vital. 5 anos e eu não estou mais aguentando; Fecho os olhos e vejo nitidamente meu melhor lugar, lembro a brisa em meus cabelos; a areia úmida, a água vindo nos pés;

Acho que tô precisando de férias!!!
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sábado, junho 13, 2009


Três.

Ainda cabe em um única mão os anos que se completam longe de casa. Sim, lá sempre será o meu lugar, o meu lar, não importa onde eu esteja. E não há como não sentir aquela dorzinha no coração, aquela saudade e fazer aquela reflexão: como estaria sendo a minha vida lá se eu não tivesse viajado?

Olhando pra trás, eu não me reconheço. Garanto que aquela menina que saiu de lá não é a mesma, ainda estou em busca do meu próprio caminho embora pareça ser tão difícil as vezes, mas estamos aí, com força, com fé e seguindo.

Um e eu me agarro na esperança de que aquele sonho se realize. Dois, eu choro uma saudade que só eu sei o quanto dói. Três, anos, vidas, caminhos, despedidas. Não é tão fácil lembrar, algumas pessoas já não estão no meu caminho, a vida, a distância, vários motivos nos separaram e hoje eu lamento não poder chamá-las novamente.

Eu compreendo que todo esse processo me fez quem eu sou hoje, talvez eu pudesse ter cedido um pouco, arriscado mais, me amado mais, mas agora já foi, estou aqui, talvez no limite, talvez cedendo aos meus medos, querendo e conseguindo vencê-los. Se ainda escrevo, se ainda sinto, se ainda sigo é porque o Amor Maior me sustenta.

São três longos anos, em que eu ainda olho pra trás, e esse talvez seja meu maior erro... não seguir, e viver alimentando essas lembranças que ecoam dentro de mim. Eu quero muito dizer que hoje, três anos depois eu não poderia voltar, não seria eu, já não me encaixo naquelas ruas, eu não sinto mais aquilo, tudo tá passando muito rápido.

Um e eu sigo. Dois e eu peço. Três e eu já não sei mais o que digo. A imagem do aeroporto, da partida, da chegada, da jamais-despedida, do adeus não dito, isso eu não consigo esquecer. Eu queria ter tido uma chance, não precisava nem serem três.. só uma.
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segunda-feira, junho 08, 2009


Sobre Cheiros e Sentimentos

Quem escreve, assim como quem ama, sente saudade. E pelo cheiro, somos levados a lembranças, aos momentos em que olhos brilham, o coração derrama sorrisos e a gente sente paz. Hoje é um desses dias, pelo menos para mim. Embora a saudade, dos velhos tempos, dos velhos sorrisos e histórias contadas ao pé do ouvido seja constante, foi pelo cheiro que resgatei os minímos detalhes. E se agora sorrio, se agora os olhos brilham, se o coração novamente se enche de esperança, é porque naquela essência encontrei o meu lugar.
Sobre o que digo, sobre o que sinto, é esse cheiro bom, que mistura cítrico, chuva e sorrisos. É aquele embalo, aquele abraço resgatado com um leve toque de pimenta preta, cardamomo e coriandro; aqueles olhos intensos como âmbar revelam o ser amado e a doçura presente da baunilha que nos envolve. É o misto de encontro, despedida e revê-lo em breve. É o amor em cheiro, aquele seu que meus sentidos decorou.
E no instante que descrevo, agarro-me a essa percepção, a cada detalhe seu que ficou gravado num perfume que para mim, virou sinônimo de você.
*O texto não se remete a mim, é algo em uma realidade alternativa, rs.
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segunda-feira, março 09, 2009


Deu vontade de chorar!

Confesso que hoje eu não vinha aqui. Ando muito sem o que falar, minha vida tá uma agitação danada com curso, estágio, blogs e eu. Reconheço que ando preguiçosa em relação ao blog, hoje que consegui visitar os blogs de cada dia - perdoem a falta de visita :)

Agora já de partida pro quarto, pois Morfeu me chama para seus braços, olhei o Orkut e para minha surpresa encontrei um depoimento muito lindo que fez meus olhos encherem de lágrimas. A saudade de tempos bons bateu bem lá no fundo do coração; resgatei todos os momentos em que naquele lugar fui feliz. Aquele departamento odontológico que era uma família e apesar de muitas de nós termos seguido caminhos tão diferentes, ainda somos. Aquele mesmo sentimento permanece. Elas me acompanham por onde vou, meu quarto é cheio das muitas fotos que tiramos nas inúmeras festas de aniversário que comemoramos. E ainda tem uma foto, a mais especial de todas, onde sinto-me beijada por 5 mocinhas cariocas que me amam também.

Ah, é muita saudade mesmo. Lá eu aprendi muito, fui agraciada por Papai do céu por ter conhecido pessoas tão bacanas. Cultivei lá um hábito de deixar recadinhos. E a caixa de luvas era enfeitada com eles. Multi-coloridos, cheio de palavrinhas do fundo do meu coração. Com elas eu dividi minha vida, comemorei, dancei, ri demais, chorei também, com elas eu bebi pela primeira vez na minha vida, o tal do pró-seco; dormi fora de casa pela primeira vez também, isso foi uma conquista muito importante! E com elas eu conheci um Rio de Janeiro que eu passei a amar; não aquele de morros e favelas, violência e traficantes - lá eu encontrei meu segundo lar.

E quem diria, alguém que dizia 'odiar' esse lugar, hoje sentir tanta falta. Sinto sim, das minhas amigas mais que queridas, mais que especiais. Eu hoje só queria agradecer muito a elas, que me fizeram descobrir um eu que não sabia que existia. E lá, eram muitos 'eus': Youko, Yokito, Japinha, Japaiana, Florzinha, Filhinha, Filhotinha... fui muito amada, eu amo vocês.

Encerro este post com o depoimento que recebi e com o vídeo que eu fiz há um tempo para essas pessoas tão especiais - Sinto muita saudade de vocês!

O depoimento da Lívia (mãezinha):
- Saudades de você, filha. Hoje deu mais que nunca. Hoje entrei na copa (acredite em mim, tem sido raríssimo) e vi aquele monte de fotos nossas e seus bilhetes, todos continuam pendurados. Um mais carinhoso que o outro. Senti falta dos copos de nescau, dos bolinhos da central, do pacote de biscoito a 3 reais. Mais que falta das comidas, senti falta das razões que me levavam à copa. Eram três, nenhuma mais está lá. A copa está tão vazia quanto as gavetas ficavam no fim do mês. Tão vazia quanto o restante do andar. A única coisa que enche um pouquinho a copa são as mensagens que leio e releio, e que me emocionam como se fossem a primeira vez lidas. "O que é já foi, e o que há de ser também já foi", "Aonde quer que eu vá, levarei vocês no meu olhar", e por aí vai. As únicas cores que colorem a copa são as das fotos de festas de aniversário com os balões intermináveis brancos e vermelhos. Na verdade sentaram na copa comigo duas companheiras. A saudade e as memórias. Elas vão ficar lá também. Beijão


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sexta-feira, fevereiro 20, 2009


Eu tenho orgulho de ser Baiana!

Como alguns sabem, eu sou Soteropolitana (nascida em Salvador-Bahia). Há quase três anos eu saí de lá em viagem de férias e nunca mais voltei. É evidente meu amor roxo pela minha cidade, o lugar mais lindo que eu já vi (posso falar, esse é o terceiro estado do Brasil que moro, rs) e o quanto sinto saudades de lá. Convenhamos que a cidade não é perfeita, mas é um bom lugar pra se viver.

E nessa época do ano, os holofotes se viram para minha cidade devido o Carnaval mais alegre que existe. Verdade, não há quem não se contagie com a alegria dos baianos, com a receptividade que só eles tem, e com todo aquele calor humano. Eu, pessoalmente não sou chegada em carnavais, mas arriscaria 'pular na avenida' se estivesse lá. É muita emoção...

Quando criança, minha mãe nos levou uma vez, para ver a Carla Perez (visto que a pessoa aqui adorava, e sabia as coreografias do bumbum, do japão e num-sei-mais-o-quê, e ainda tinha os tamanquinhos). Era uma agitação só, um vuco-vuco, mas a emoção de ver a Carla Perez fez meus olhinhos brilhar (tá, eu tinha uns 7 anos).

Não fui mais em nenhum carnaval. Porque não gostava mais. Porque a cidade enchia demais. Porque eu não tinha idade para pular carnavais (você se pergunta: com 7 anos pode, né?!). Enfim, quando falam de carnaval a única coisa que me vem em mente é minha amada cidade.

É muita saudade pra uma pessoa só, são muitas lembranças. Das idas à Baixa do Bonfim, da primeira vez que matei aula.. eu estudava à tarde e umas amigas me convenceram a ir até o Humaitá (foto do meio da montagem), ficamos apreciando aquele paraíso, sentindo aquele vento no rosto..

Das idas ao banco com minha mãe, ele fica no Pelourinho. Descíamos no centro da cidade, subíamos de Plano Inclinado, ou de Elevador Lacerda até a Cidade Alta apreciando a vista lá de cima, a Baía de Todos os Santos a nos envolver. Uma paz, uma paz... saudades.

Ah, como sinto falta da minha cidade. De tudo que eu vivi lá. Meus melhores anos. Meus melhores dias. Meus melhores amigos. Algo que eu nunca vou conseguir superar. Essa falta sempre vai habitar dentro de mim. Os meus olhos enchem de lágrimas, a pele arrepia só de ver a minha cidade aparecendo na tevê - eu não estou lá, que pena!

Mas, eu entendo. Entendo que se não tivesse saído de lá, minha vida não teria mudado tanto; eu não teria mudado tanto. Eu não teria conhecido pessoas maravilhosas. Não tinha vivido muitas outras coisas que vivi no Rio, e agora aqui em São Paulo. Eu entendo, mas sinto saudade.

Eu quero meu paraíso de volta! Eu sei que as chances de voltar a Salvador são de uma em um milhão (devido ao que aconteceu, né?!), mas ainda tenho esperanças de que um dia eu possa voltar a residir lá (não nas mesmas circunstâncias, isso foi pro beleleu..). Enfim, esse meu post enorme tem uma única finalidade; dizer que: Eu tenho muito orgulho de ser nordestina, eu tenho mais orgulho ainda de ser baiana!

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domingo, janeiro 18, 2009


Saudade

"Se alguém dissesse há três anos atrás
Que você iria embora
Eu me levantaria e socaria todos eles
Porque eles estariam enganados"

Existe uns momentos em que a gente para o que estamos fazendo e sentimos um 'estalo'. Dessa forma eu me sinto agora. Ao me despedir de um grande amigo no msn, disse a ele que estava com saudades. Um fato absolutamente normal entre amigos não? Eu sei.

O porém está que meu pensamento foi muito mais longe. A saudade abrangiu outros lugares onde estive, onde meu coração está. Me refiro a quase 3 anos atrás, em que eu era apenas uma debutante cheia de sonhos e que não imaginava que minha vida mudaria tanto. Uma viagem, sem adeus, sem despedidas. Deixei tanta gente e agora eu percebo muito bem sobre sermos gratos pelas pessoas que temos nas nossas vidas. O que ficou foi uma grande saudade. Momentos na memória, cartas, escritos, emoções, e histórias pra contar.

Eu não parei por aqui, eu mudei novamente, trouxe mais saudade. De um lugar que inicialmente eu disse odiar, abominar e que hoje eu posso chamar de lar. De experiências que vou levar pra sempre. Meu primeiro emprego, fui abençoada com grandes amigos, grandes e queridos pacientes, pessoas tão iluminadas! Até dói lembrar o quanto me fazem falta. Eu gerei o hábito de deixar recadinhos por onde eu passo, todos ficavam colados nas caixas de luvas, nas agendas das meninas e hoje quando eu vejo a minha agenda, todo aquele carinho, meus olhos se enchem de lágrimas. E nessa cidade maravilhosa eu experimentei o momento 'fazer faculdade', que foi muito bom! Pessoas incríveis e momentos cômicos. A saudade dói né?!

Alguns personagens da minha história, não se encontram mais nela. Alguns se afastaram, de outros eu me afastei, ou então o assunto foi acabando, a vida foi seguindo e nossas vidas deixaram de se cruzar. Tem aqueles que eu penso que sairam, mas que voltam e fortalecem ainda mais o que já existia. Enfim, dos lugares por onde passei só sei sentir saudade.

P.S.: Devido a uma grande confusão, meu post anterior teve um problema nos comentários do blogger, mas eu já os respondi. =)

"Quando alguém disse seja agradecido
Por aqueles que já não estão por perto
Eu acho que eu não sabia como mesmo
Eu estava totalmente errada
Eles sabiam melhor que eu"
(Pink - Who Knew)
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sábado, dezembro 20, 2008


O que foi, será?


Saudade bateu forte hoje, fez sentir um aperto no peito, e trouxe uma pequena tristeza no coração. A infância veio à tona, lembrou de como era, de quem era; aquela menina que usava óculos, que falava pouco e que era sonhadora demais. Aquela menina que era quase um peixe, porque não perdia um dia de praia e não dispensava aquele marzão à sua frente. Que nunca conseguiu engessar nenhuma parte do corpo - não por falta de tentativa - mas, que sempre dava um jeito de arrebentar seu pobre pé [dois pontos em um, queimadura com óleo no outro e um corte com uma lata enferrujada na planta do pé]. As suas aventuras eram guardadas para que hoje pudesse lembrar com muito carinho. Ela tem medo de esquecer, na verdade, ela já está esquecendo aos poucos daquela menina que era. Algum jeito de mudar isso?

Nunca foi de falar muito, mas tinha sua própria opinião. Tinha o mal hábito de avaliar as pessoas [se enganando algumas vezes] e tinha um 'quê' de gostar automaticamente de alguém. Fazia amizades mais depressa que outra coisa! Não era muito fã das bonecas, mas amava brincar de escola e secretária com sua irmã. Adorava ler e escrever, gosto que ainda possue. A infância passou tão rápido, a vida passa tão rápido. Até outro dia ela ainda era carregada no colo pela mãe e irmã; hoje, é a maior da casa e se duvidar carrega as duas. Até ontem, as roupas eram iguais apenas com cores diferentes, até hoje perguntam se elas são irmãs gêmeas. [A diferença é enorme!]

A vida está passando e algumas lembranças são falhas, outras ressurgem trazendo muitas sensações, um saudosismo de momentos e pessoas que ao longo da vida tiveram que partir e também da falta que muitos fizeram e fazem até hoje. E quando algumas dessas velhas recordações vem, traz consigo aquela ponta de tristeza, daquilo que nós não pudemos mudar. Daquele mal-entendido, daquele xilique sem motivo, daquela briga à toa, daquela birra. Momentos o qual mudaríamos se fosse possível...

Ainda guarda retratos antigos que revelam alguém que ela não conhece mais. Como alguém pode mudar tanto? Ela quer aquela menina de volta, ela quer ter aquele sorriso sincero e transparente; quer sentir tudo como se fosse a primeira vez, quer admirar tudo novamente! Quer acreditar nos contos-de-fada e sonhar com um lindo princípe, que nem os dos filmes. Ela quer de volta aquela menina que tinha sonhos e que dizia ser feliz pra sempre!

É isso, essa ponta de iceberg de sentimentos, saudades e inconclusões. Alguém que se transforma a cada dia e que não imagina o que vem pela frente. Alguém que olha pra trás e sente saudades. De momentos, pessoas e mergulhos. Ah, saudade do mar... Amanhã hei de melhorar!

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Quem sou eu

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2.0 de histórias inacreditáveis. Biomédica em formação. Jornalista e escritora na alma. Cozinheira de meias mãos, mas de boca cheia, rs. Cheias de manias e porquês. Ilimitada, intensa, oito ou oitenta. Coração, manteiga derretida, dúvida cruel. Sonhadora, esperançosa, alguém que olha pro céu e sente paz, alguém que escreve pra desabafar,alguém que dança pra relaxar, alguém que ama para viver. O que mais? mistério e música.