segunda-feira, junho 29, 2009


Amanhã

Amanhã é um grande dia, é o primeiro dia. Não gosto de criar expectativas, mas cá estou eu, nervosa, ansiosa, insegura, temerosa; é sempre assim. Talvez porque em toda a minha existência, a minha chegada nunca passou despercebido. O nome oriental e "exótico" sempre chamou atenção, logo depois vinha a mistura que eu sou: baiana e japonesa. Tudo bem que eu não colaboro muito, pareço um bicho do mato nos primeiros dias, ou muda, ou tímida, ou retraída; será que sou tudo isso mesmo?

Eu sinto os olhos a me encarar, é como se eu lesse as indagações, os pensamentos um tanto cruéis, um tanto ricocheteadores, um tanto curiosos, não sei como explicar. Sei que por muitas vezes eu me senti como uma "aberração" de um circo. Não é exagero. Hoje eu me previno um pouco, talvez porque eu tenha medo de me afeiçoar rápido demais e acabar perdendo. Por duas vezes tive que deixar meus amigos e isso foi ruim, então isso desencadeou esse "gelo inicial".

Amanhã é meu primeiro dia no emprego novo. Não sei o que me espera, não sei se farei novas amigas, não sei se vou me adaptar a ir de moto todo santo dia, ou se vou gostar mais do que já tenho gostado ultimamente.. sei que tô com medo de mudar, talvez eu não queira, mas um lado de mim grita por isso..

Só me resta esperar..
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sábado, junho 27, 2009


Ene coisas...

Uma semana sem postar !!! E dessa vez nem foi por minha culpa, eu fiquei sem internet por alguns dias e só voltei a acessar hoje. Só nessas horas que vemos o quanto estamos condicionados a toda essa tecnologia. Blog, msn, orkut, twitter, flickr, facebook e tantas coisas que hoje em dia fazem parte da nossa vida; eu sinto como se faltasse algo no meu dia, como se tivesse esquecendo algo em casa. Vocês também se sentem assim?

Resumão da semana (eu preciso contar, haha):

- Estou hiper-mega-ultra cansada e ocupada. Ajudando no restaurante da minha mãe, e resolvendo mil e uma coisas em todo canto. Os dias tem sido bem cheios e tem hora que eu penso que só pisquei os olhos, porque não foi tempo suficiente pra me recompor.

- Na quarta à noite recebi convite pra ir a São Paulo - especificamente Brás e 25 de Março - e eu fui. Acordei as 4 da matina, fui e não me arrependi; não estava tão cheio, me disseram que é raro a 25 estar tão vazia, ótimo pra mim. Acho que nunca andei tanto na minha vida, mas valeu a pena, comprei coisinhas lindas e devo voltar lá em quinze dias. Resultado: comprar mais coisas, hahaha.

- Quando voltei de São Paulo, uma surpresa: uma moto na garagem! Minha mãe tecnicamente me deu, mas não é a Biz que eu queria, eu a rejeitei.. É uma Suzuki Yes preta muito linda, mas achei que é muito grande pra mim, é pesada a bicha, arrastei com sufoco. Resultado: estou quase me apaixonando pela moto, mas antes tenho que tomar vergonha e ir me matricular na auto escola.. O capacete eu já tenho.. kkkk

- Saí da Escola de Informática. Eu adoro tudo lá, mas trabalhar de graça não dá, não mesmo. Apesar da minha mãe me sustentar, sinto falta de comprar minhas coisinhas. Resultado: consegui emprego!! Mas a rotina de trabalho é dura, rs. Segunda a Domingo e Feriados das 14h as 22h. Vai ser menos tempo por aqui, então entendam que é pro "meu bem",rsrs. Não é o emprego dos meus sonhos, maas vai pagar minhas bugigangas. Começo terça-feira no emprego novo!

- Estou com saudade de vocês. Vou colocar em dia as visitinhas e deixar um beijinho em cada blog amado.. vocês são essenciais na minha vida. É dessa força que eu tanto preciso e aqui eu encontro. Obrigada viu?!

- Estou nesse minuto convocando a NASA pelo sumiço de Lula Molusquenta. Estás a fazer falta, então apareça.. deixa um pouco o fundo do mar e dê o ar de sua graça. A Sandy aqui está morrendo de saudades de você, muita saudade mesmo. (precisava disso, rs)

Meu resumo é esse, as enes coisas que precisava contar; sei que o post está bem longo, mas quero dizer umas coisinhas ainda, desabafar um pouco, será que dá? Vocês vão continuar lendo?? Então, continue lendo o outro post...
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...

Um rosto, uma marca. Cada um sabe o que passa. No fundo de cada risada, o homem esconde uma dor, sua história, sua alma sofrida, seu passado. E quando ri, esconde as lágrimas, sufoca o coração cansado, abusa da felicidade fajuta, conta as tragédias como tirinhas do jornal de domingo.

No fundo, é isso. E se esconde tais fatos, se corrompe por tais vícios, não encontro razão para tentar entendê-la. Todo sofrimento é válido, mas não é sinal de auto flagelo. Não, eu não sou perfeita. Eu só não passo a mão pela cabeça. Assim como você, também tenho as minhas dores e não encontro saídas onde só existem problemas. Eu ainda estou crescendo e você? Não se esqueça de quem te ama, de quem está ao seu lado, na alegria e na tristeza. Eu só espero que você não perca tudo.

* Post desabafo para uma pessoa em especial. Eu queria que ela pudesse ler isso.
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sábado, junho 20, 2009


A subida

"Cada passo que eu dou, cada movimento que faço parece perdido e sem direção. Minha fé está abalada, mas eu, eu vou continuar tentando, tenho que manter minha cabeça erguida."

Estamos numa longa jornada, assim é a vida. Você faz seus próprios caminhos e isso requer sabedoria, paciência e consciência. Porque, querendo ou não, os seus passos mudam tudo, os caminhos adversos, as escolhas acirradas, o seu eu. Mas se somos, é porque seguimos os traços deixados por outros, aqueles que fincaram em nós sua própria essência. Estranho.

O fato é que nesse percurso, nos deparamos em diversas situações. Nos perdemos nos bosques escuros da solidão, do medo. Choramos os mais profundos vales, mergulhamos em rios de lágrimas, até mesmo criamos o nosso próprio poço de lamentações. Claro que nem sempre na vida estamos tristes, chorosas e reclamantes. Existe os dias em que a clareira mostra uma luz, o sol irradia pelo seu corpo aquele calor, e os dias quentes trazem a alegria, a vontade de dançar com o vento, o amor em observar as estrelas.

E por mais que os dias cinzentos me cubram, acima das nuvens está o sol e eu sei que a minha estrela vai brilhar! Eu sei que o percurso da minha vida dá muito pano pra manga, mas eu não deixo nunca de acreditar que meus sonhos vão se realizar.

" As lutas que estou encarando, as chances que estou escolhendo às vezes podem me empurrar pra baixo. Mas não, eu não desisti, eu posso não saber ainda, mas esses são os momentos que eu vou mais me lembrar. Só tenho que continuar e eu, eu tenho que ser forte, é só continuar lutando."

Hoje sinto uma tristeza inútil, daquelas que vem não sei porquê. Um desespero sabe? Aquela urgência em ter alguém que nunca chega, que eu nem sei onde está. Eu sinto que tá tão longe, mas eu quero acreditar que o sempre e o hoje caminham juntos. Ainda sobre a caminhada, a subida está acontecendo e passo a passo, eu venho aqui contar pra vocês. São realizações na minha vida que não poderia deixar de compartilhar.

" Sempre haverá uma outra montanha, eu sempre vou querer movê-la. Sempre será uma batalha difícil e às vezes eu terei que perder. Não tem a ver com a rapidez que eu vou chegar lá, não tem a ver com o que estará esperando do outro lado, é a subida."

Não que eu não ligue para o tempo, ele tá passando tão depressa, mas é que preciso seguir meu próprio ritmo, sei que chegarei lá, e que encontrarei tudo o que eu espero.
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quarta-feira, junho 17, 2009


Ah...

Um início de madrugada pra chamar de meu, uma gripe horrenda, um frio neste sudeste de meu Deus, meias alegrias, verdades completas, uma perda que fará falta, o medo de sempre, uma canção de amor, a velha saudade, a traiçoeira distância, a contagem do tempo, a face entretida em pó-de-arroz, jejum, coleta de sangue, nervosismo, solidão.

Como se tudo isso pudesse traduzir, como se minhas lágrimas não quisessem rolar, como se eu não sentisse falta daquele abraço. O corpo dói, a cabeça pesa, a mente reflete. Não há mais segredos, pelo menos não quando os olhos de âmbar estão diante dos meus. Nessas horas viro vidente e calculo precisamente seus pensamentos, suas ações e reconheço cada expressão;

Ah, o tempo.

Poderia eu dizer "se eu soubesse..." ? Não, nada mudaria. Ainda sim, estaria escrevendo essas mesmas palavras com o coração na mão, temendo o Sr. desconhecido, as ações inesperadas, os destinos que se cruzam e que podem me levar ainda mais longe... É, como se ecoasse aqueles acordes, e tocasse num ritmo exclusivo, aquele em que o corpo se rende e esquece de tudo.

Amanhã é um outro dia, dos tantos. E talvez eu volte, torcendo pra mudar de vez essa mesma história de sempre e tanto. Tudo conforme a nossa música, a canção que eu escrevi pra você, meu eu.

"Só você prá dar
A minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz.."
Um dia, um adeus - Vanessa da Mata
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sábado, junho 13, 2009


Três.

Ainda cabe em um única mão os anos que se completam longe de casa. Sim, lá sempre será o meu lugar, o meu lar, não importa onde eu esteja. E não há como não sentir aquela dorzinha no coração, aquela saudade e fazer aquela reflexão: como estaria sendo a minha vida lá se eu não tivesse viajado?

Olhando pra trás, eu não me reconheço. Garanto que aquela menina que saiu de lá não é a mesma, ainda estou em busca do meu próprio caminho embora pareça ser tão difícil as vezes, mas estamos aí, com força, com fé e seguindo.

Um e eu me agarro na esperança de que aquele sonho se realize. Dois, eu choro uma saudade que só eu sei o quanto dói. Três, anos, vidas, caminhos, despedidas. Não é tão fácil lembrar, algumas pessoas já não estão no meu caminho, a vida, a distância, vários motivos nos separaram e hoje eu lamento não poder chamá-las novamente.

Eu compreendo que todo esse processo me fez quem eu sou hoje, talvez eu pudesse ter cedido um pouco, arriscado mais, me amado mais, mas agora já foi, estou aqui, talvez no limite, talvez cedendo aos meus medos, querendo e conseguindo vencê-los. Se ainda escrevo, se ainda sinto, se ainda sigo é porque o Amor Maior me sustenta.

São três longos anos, em que eu ainda olho pra trás, e esse talvez seja meu maior erro... não seguir, e viver alimentando essas lembranças que ecoam dentro de mim. Eu quero muito dizer que hoje, três anos depois eu não poderia voltar, não seria eu, já não me encaixo naquelas ruas, eu não sinto mais aquilo, tudo tá passando muito rápido.

Um e eu sigo. Dois e eu peço. Três e eu já não sei mais o que digo. A imagem do aeroporto, da partida, da chegada, da jamais-despedida, do adeus não dito, isso eu não consigo esquecer. Eu queria ter tido uma chance, não precisava nem serem três.. só uma.
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sexta-feira, junho 12, 2009


D'a aventura que me permiti

Terça-feira, 9 de Junho.

O dia tinha tudo pra dar errado, eu acordei mal, uma tontura, uma dor de cabeça, um stress em casa, uma situação chata. Tinha realmente pensado em ficar em casa com minha mãe e ligar pra escola dizendo que não iria por não estar me sentindo bem, era verdade, mas eu não fiz isso. Saí de casa atrasada, cheguei afobada, os alunos em classe já e era uma tarde como todas as outras, as mesmas aulas de sempre. Quando cheguei a Viviane disse que queria me mostrar uma coisa e ela me mostrou, estava a escolher seu vestido de casamento, olhando alguns sites, começando a organizar tudo para o grande dia. Conversa vai, conversa vem, ela diz que no próximo horário ela não tem aula e que está pensando em ir ver uma loja de noivas. Eis que surge o convite:

V: - Ah, se você pudesse sair, você iria lá comigo.
Eu: - É...
V: O que você vai ficar fazendo?
Eu: - Assistindo alguma aula chata
V: - Então, vamos comigo, tem coragem de ir lá?
Eu: - Vamo oras.
V: Só arranjar um capacete e a gente vai.
Eu: (risos) Tá.

E lá fomos nós, eu saindo escondida da escola em pleno horário de serviço pra ir numa loja de noivas e de moto!!! Que minha mãe não leia meu blog, porque senão estou frita! Ela tem pavor de moto, essas coisas.. imagina! Arranjamos o capacete com um outro professor e fomos em direção a loja. Que sensação emocionante, posso dizer que realmente eu estava precisando sentir essa emoção, essa aventura, e era tudo tão lindo lá! Os vestidos, a sala de espelhos, as tiaras, véus e muitas coisas que fazem de nós as noivas mais lindas do mundo!

Ela experimentou alguns vestidos e ficou linda, linda! É tão bom isso, de ver a felicidade nos olhos de outra pessoa, sabe? Foi bom compartilhar desse momento com ela, e me senti bem, fez mais bem a mim que a ela, porque estreitou nossa relação, não que agora sejamos "bestfriends" mas você sente que há mais liberdade e afinidade. Gostei disso.

Voltamos, porque só tinhamos uma hora e meia até a próxima aula, mas a vontade era de ficar naquele lugar lindo!! Quando chegamos, minha grande "sorte" nos agraciou... o chefinho estava na recepção! Tratei de fazer a cara de paisagem e subir direto sem olhar pra ninguém... Ufa, ele nem reparou, rsrs...

Depois dessa "aventura", depois de sentir aquele vento frio tão bom no rosto, eu estava novinha em folha. E as minhas dores já não eram tão importantes, o que realmente passou a importar naquele instante pra mim, era o momento agora... Percebi que nossa vida é feita de escolhas, cabe somente a nós permitir ou não ser dilacerada pelo medo, ou invadida pela felicidade; cúmplice do amor, ou refém da solidão.. Precisamos nos permitir uma aventura, um instante de liberdade, um segundo de felicidade, sem olhar pro que nos prende...

Permita-se, permita-se!
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segunda-feira, junho 08, 2009


Sobre Cheiros e Sentimentos

Quem escreve, assim como quem ama, sente saudade. E pelo cheiro, somos levados a lembranças, aos momentos em que olhos brilham, o coração derrama sorrisos e a gente sente paz. Hoje é um desses dias, pelo menos para mim. Embora a saudade, dos velhos tempos, dos velhos sorrisos e histórias contadas ao pé do ouvido seja constante, foi pelo cheiro que resgatei os minímos detalhes. E se agora sorrio, se agora os olhos brilham, se o coração novamente se enche de esperança, é porque naquela essência encontrei o meu lugar.
Sobre o que digo, sobre o que sinto, é esse cheiro bom, que mistura cítrico, chuva e sorrisos. É aquele embalo, aquele abraço resgatado com um leve toque de pimenta preta, cardamomo e coriandro; aqueles olhos intensos como âmbar revelam o ser amado e a doçura presente da baunilha que nos envolve. É o misto de encontro, despedida e revê-lo em breve. É o amor em cheiro, aquele seu que meus sentidos decorou.
E no instante que descrevo, agarro-me a essa percepção, a cada detalhe seu que ficou gravado num perfume que para mim, virou sinônimo de você.
*O texto não se remete a mim, é algo em uma realidade alternativa, rs.
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segunda-feira, junho 01, 2009


Meu desabafo (o último?!)

Tem umas horas que eu paro, penso: poxa, eu sei onde que tá o erro, onde é mais frágil sabe?! mas eu fico com cara de tonta, nao faço nada. No fundo a gente sabe onde que dói, o lugar que a gente não quer que ponha a mão; só que eu já joguei tanta coisa embaixo do tapete e agora não dá mais..

Ontem eu tava plenamente leve e eu não queria que essa sensação fosse passageira, eu queria acordar todos os dias com essa certeza de que não to magoando ninguém, que tô agindo certo, seguindo meu coração, agora é diferente. Não que eu tenha planos mirabolantes ou estratégias feitas, eu só quero ser feliz, é pedir muito? E se de repente eu precisar arriscar algo por isso, é crime fazê-lo?!

Então, eu sinto minhas asas se abrindo, mas meus pés ainda acorrentados. E essa sensação escapa do meu pobre coração, sinto o peso, sinto uma força me levando pra baixo, pro fundo, pros medos, pros temores há muito deixados.. Quem sabe eu possa dizer, aqui mesmo, que não foi tudo um sonho, que valeu a pena cada segundo, que foi maior do que imaginei, que a intensidade da emoção não dá pra se descrever...

Sinceramente? É tanta cobrança, de tantos lados que eu me sinto perdida às vezes, eu quero aquele tempo de menina, em que brincar de amarelinha era minha única preocupação, em que meus velhos diários eram cheio de sonhos e não de ilusões. Eu quero encontrar meu sorriso do outro lado do espelho sem essa amargura tão conhecida. Eu quero a minha sinceridade, sem ter que esconder nada de ninguém; na verdade, sem precisar esconder, né?

E se a música parar de tocar? E se o coração cansar? E se eu me esconder? E se chover? Você ainda vai ser aquela sombra na multidão a me esperar com um guarda-chuva?! Assim como veio, vai a sensação de bem-estar que me invadiu. Eu tenho aquele medo, pois vejo (ou imagino) que as coisas podem mudar, aí a gente volta na minha insegurança e nas minhas expectativas frustradas. Sei que a culpa do eminente fracasso, vamos dizer assim pode ainda ser culpa minha. O que fazer?

Não vou mais me lamentar, eu tô farta disso. Como seguir?
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Quem sou eu

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2.0 de histórias inacreditáveis. Biomédica em formação. Jornalista e escritora na alma. Cozinheira de meias mãos, mas de boca cheia, rs. Cheias de manias e porquês. Ilimitada, intensa, oito ou oitenta. Coração, manteiga derretida, dúvida cruel. Sonhadora, esperançosa, alguém que olha pro céu e sente paz, alguém que escreve pra desabafar,alguém que dança pra relaxar, alguém que ama para viver. O que mais? mistério e música.